9 de nov de 2006

Festival Mundial da Paz!!

Festival Mundial da Paz!!

http://www.festivalmundialdapaz.org.br/

21 de setembro dia Internacional da Paz.

País é 1º a assinar documento

A Declaração Universal dos Direitos à Paz foi assinada pelo Ministro da Cultura Gilberto Gil, em 01/09/06 durante o Encontro de Conselhos de Paz. A cerimônia foi no Teatro Álvaro de Carvalho, em Florianópolis, tendo como coordenadora do evento a Drª. em Filosofia, Dulce Magalhães.


DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS À PAZ


Paz da criança no ventre da mãe

Paz do recém-nascido

Paz para a gente crescer e se transformar

Paz no lar e no trabalho Paz entre homens e mulheres

Paz entre as religiões

Paz entre os partidos políticos

Paz com democracia e tolerância à diversidade

Paz entre nações

Paz como solução dos conflitos

Paz nos meios de comunicação

Paz sem o uso de violência de qualquer natureza

Paz sem fome nem miséria Paz sem medo ou insegurança

Paz com liberdade e dignidade

Paz com solidariedade e cooperação

Paz com preservação do meio ambiente

Paz com desenvolvimento sustentável

Paz livre de apego, ódio, vingança, revide, ciúme e orgulho

Paz de espírito

Paz como cultivo dos valores eternos do Amor, da Beleza, da Verdade, da Justiça, da Liberdade e da Igualdade


Que a paz possa fazer morada no coração dos seres humanos através de uma educação que amplie sua consciência de mundo, desperte para seu papel de artífice da realidade e desenvolva o protagonismo da vida.


Que a visão que inspira a cada um seja construída a partir de um paradigma de paz e não violência, através de instituições e políticas públicas orientadas para a cultura da paz.


Que cada cidadão cuide de despertar a paz dentro de si, cultivando essas qualidades e valores sob orientação, quando necessário, de mestres, instituições e organismos afins.


Que se priorizem as práticas compassivas que geram no cotidiano vivência de paz e unidade nos níveis individual, social ecológico, planetário e cósmico.

Que governos e seus colaboradores assumam o dever e a responsabilidade de colocar as estruturas que dirigem a serviço dos diferentes aspectos da paz, contribuindo assim para a transformação da Cultura de Guerra em Cultura de Paz.


Que os currículos das instituições educacionais tenham como foco a educação para uma cultura de paz e não violência, promovendo a paz consigo mesmo, com os outros e com a natureza.


Que se desenvolve uma percepção que transcenda as individualidades de qualquer tipo, seja nas pessoas, instituições, comunidades e regionalidades, fortalecendo a consciência da unidade que permeia o visível e o não visível.


Que se promovam formam criativas de integração, nas quais a riqueza da razão esteja a serviço da inteligência do coração e que conduzam a uma sinergia entre a atual Cultura do Fazer para uma Cultura do Ser.


Que esse espírito de educação inspire a justiça e a segurança pública e que seus colaboradores sejam preparados dentro do enfoque educativo e não punitivo.


Que as prisões se transformem em centros de recuperação, através da educação e da produção de bens agrícolas e de consumo.


Que as forças armadas estejam a serviço da comunidade na construção de uma coletividade pacífica, justa e inclusiva.

Cabe à sociedade civil e às organizações não governamentais incentivarem e apoiarem os esforços dos governos no sentido de estabelecer uma cultura de paz.

Cabe às Nações Unidas realizar estudos e planejamentos estratégicos visando incentivar os governos na realização desses objetivos de paz.


Que cada consciência desperta seja um exemplo da paz que se deseja ver florescer no mundo, conspirando pacificamente para o desenvolvimento da unidade de toda a humanidade, para a integridade de cada indivíduo e a plenitude de todos os seres.


Que se derrubem as fronteiras e limites internos que separam os seres humanos de sua própria espécie e de todos os demais seres vivos, permitindo a todos uma convivência fraterna, próspera e benéfica.


Que nós, os povos da Terra, estejamos reunidos na Unidade da Paz, dançando no infinito do espaço eterno, sem começo e sem fim.


Esta declaração apóia e reforça a Declaração Universal dos Direitos Humanos, revoga e anula os abusos perpetrados pela violência.



Saiba tudo sobre o evento no Link acima.

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