20 de ago de 2010

Juventude movimenta as atividades nas comunidades de Goiás e São Paulo


Jovens buscam se capacitar para servir


Juventude movimenta as atividades nas comunidades de Goiás e São Paulo


Jovens das comunidades bahá'ís das cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia e Anápolis, no estado de Goiás, estão cada vez mais envolvidos em atividades de capacitação para o servir à humanidade.

Jovens do agrupamento Goyazes (que compreende a comunidade bahá'í das regiões de Goiânia e Aparecida de Goiânia) apresentaram na Reunião de Reflexão no dia 30 de julho a programação de um ciclo de "casas abertas" dedicadas aos temas dos 7 livros da sequência básica do Instituto Ruhí¹, cujo objetivo é animar bahá'ís e amigos a engajarem nesse processo de transformação coletiva da sociedade que esse estudo promove. “Com este espírito imbuído na Comunidade, Goyazes espera grandes transformações internas e externas, com a aspiração de uma coerência de tal forma dinâmica que todos os seus membros — crianças, jovens e adultos — irão usar os seus mais elevados poderes no serviço à Causa. Cozinhando, treinando, encorajando, cada um, dentro dos seus mais belos talentos, levantou-se para ocupar o seu posto de amor e serviço ao atual Plano²”, afirmou Sam Cyrous, jovem psicólogo que recentemente se mudou de Portugal para Goiânia.

No primeiro encontro de jovens do agrupamento Irrestritos como o Vento (que compreende a comunidade bahá'í de Americana-SP), os jovens se reuniram para assistir palestras sobre temas como Espiritualidade; Leis X Liberdade; e para um aprofundamento sobre os ensinamentos da Fé Bahá'í. Além disto, receberam o convite para participar de círculos de estudo e a trabalhar nas atividades do Plano de Cinco Anos² - aulas bahá'ís para crianças, grupo de pré-jovens, tutores de círculo de estudo e abrirem Reuniões Devocionais.

Além das palestras os jovens participaram de dinâmicas e momentos de integração e descontração ao som de música. O evento durou o dia inteiro e ao final os jovens colaboraram com a arrumação e limpeza da sede bahá'í. A equipe organizadora do evento já está animada para o próximo encontro!

O texto abaixo foi escrito pela jovem Maryan Nascimento, que participou do encontro de jovens realizado em Pirenópolis no mês de julho:


A juventude sabe mover o mundo


Entre os dias 23 e 25 de julho, os jovens dos agrupamentos Goyazes e Núr³ se reuniram naquela que foi a primeira de uma saga de encontros, intitulados “O Poder da Juventude”, na linda e aconchegante cidade de Pirenópolis.

O Encontro contou com a presença de 15 participantes preocupados com a melhora do mundo. Por isso, com o desejo de canalizarem suas energias para alcançarem tal nobre propósito e tendo em vista que uma vez comprometidos com essa missão transformadora, o trabalho de serviço será uma constante em suas vidas, houve intervenções sobre temas cuidadosamente selecionados: “O poder transformador da juventude” (Pejman Samoori) e “O poder dos jovens em ações com a sociedade” (Iradj Roberto Eghrari). Houve ainda o estudo da Mensagem da Mão da Causa de Deus, Amatu'l-Bahá Rúhíyyih Khánúm, com os jovens e um debate sobre um filme, ambos conduzidos por Sam Hadji Cyrous.

Pensando nas muitas almas que desejam participar dessa transformação universal, a Comissão Organizadora prevê um segundo encontro para o último trimestre deste ano. Os jovens que estão sob a jurisdição do Conselho Bahá’í do Centro-Oeste estão todos convidados a fazerem parte desse encontro que poderá marcar um novo ponto em suas vidas, aquele no qual eles descobrem as suas mais vibrantes potencialidades para mover o mundo!

Texto por : Maryan Nascimento

Foto: Pabline Acosta


¹ O Instituto Ruhi desenvolveu, ao longo dos anos, uma sequência de livros de aprofundamento espiritual, que são utilizados nos círculos de estudo promovidos pela comunidade bahá'í em todo o mundo. Os materiais focam no reconhecimento da essência espiritual do ser humano e estimulam os participantes dos círculos de estudo a colocarem seus talentos e capacidades a serviço da humanidade.

² As atividades centrais promovidas pela Comunidade Bahá'í são o foco de sua ação social. São elas: aulas para crianças, grupos de pré-jovens, reuniões devocionais e círculos de estudo; todas abertas ao público e disponíveis em todas as regiões do país. Para saber mais, entre em contato com a comunidade bahá'í mais próxima!

³ O agrupamento Núr compreende a cidade de Anápolis.


Postado por Assessoria de Comunicação


"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"-Bahá'u'lláh-

17 de ago de 2010

UM POEMA AO HEROÍSMO DOS SETE BAHÁ'ÍS PRESOS E CONDENADOS RECENTEMENTE NO IRÃ

UM POEMA AO HEROÍSMO DOS SETE BAHÁ'ÍS PRESOS E CONDENADOS RECENTEMENTE NO IRÃ


Uma poesia transformada em canção, em homenagem ao heroísmo de nossos irmãos no Irã desde a fundação da Fé naquele país. Baseada em trechos da história da perseguição aos babis e bahá'ís seguidores do Báb e de Bahá'u'lláh. A Fé Bahá'í narrada desde o início da História do Báb. Embasada no livro: A Presença de Deus, escrito por Shoghi Effendi. Dos três primeiros capítulos.



AOS HERÓIS DA FÉ BAHÁ’Í



Acompanhai-me amigos, acompanhai-me e vede!

Estes que acorrentados, conduzidos por seus algozes.

Acompanhai-me amigos, acompanhai-me e vede!

Estes que enfileirados, queimando vão como tochas.

Acompanhai-me amigos, acompanhai-me e vede!

Cantam em voz ressoante, diante do povo calado.



Verdadeiramente de Deus nós vimos,

Verdadeiramente de Deus nós vimos,

E a Ele voltamos e a Ele voltamos!



Acompanhai-me amigos, acompanhai-me e vede!

Homens, mulheres, crianças! Sorvem o copo da graça!

Acompanhai-me amigos, acompanhai-me e vede!

Ainda hoje no Irã, berço da Amada Fé!

Acompanhai-me amigos, acompanhai-me e vede!

Prendem, maltratam e perseguem, os seguidores de Bahá!

Prendem, maltratam e perseguem, os seguidores de Bahá!



Acompanhai-me e vede...



Uma homenagem aos Sete Yárans presos em maio de 2008, e que foram condenados a 20 anos de prisão.

Seus crimes?Simplesmente por serem Bahá'ís!

"Ser bahá’í significa simplesmente ter amor a todos; amar a humanidade e esforçar-se por servi-la, trabalhar pela paz e fraternidade universais."


Os Porta- Tochas da Fé
http://groups.google.com.br/group/defenda_criancasbahaisdoira/web/os-porta--tochas-da-f


Para defender os bahá'ís contra a perseguição religiosa no Irã, deixe aqui a sua marca!

http://sasg.bahai.org.br/p/abaixo-assinados.html

Muito atenciosamente,





"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"-Bahá'u'lláh-

16 de ago de 2010

Protesto internacional pela sentença de prisão para os líderes bahá’ís do Irã

Protesto internacional pela sentença de prisão para os líderes bahá’ís do Irã

GENEBRA, 11 de agosto de 2010 (BWNS) – A notícia de que cada um os sete líderes bahá’ís do Irã recebeu a sentença de prisão de 20 anos foi recebida com reprovação por governos e organizações de direitos humanos em todo o mundo.

Austrália, Canadá, França e Alemanha – e o presidente do Parlamento Europeu – todos expressaram declarações enérgicas de preocupação.

Eles estão pedindo a libertação dos prisioneiros sob fiança, para que o julgamento seja anulado e que o Irã demonstre que o julgamento foi justo e de acordo com os padrões internacionais.

O Ministro de Assuntos Externos do Canadá, Lawrence Cannon, disse que este país estava “profundamente preocupado” pelas sentenças “pronunciadas sem julgamento registrado nem processo adequado”. Ele urgiu o irã a lhes conceder liberdade sob fiança.

A Alemanha descreveu o resultado do julgamento como um “retrocesso maciço para todos aqueles que se empenharam na promoção da dignidade humana e direitos humanos no Irã”.

Markus Loning, comissário para direitos humanos e ajuda humanitária do Gabinete Externo da Alemanha, disse que o Irã deve anular o julgamento e “prover um procedimento jurídico justo e transparente”.

“Há grandes dúvidas quanto à concordância com os direitos básicos legais durante os procedimentos judiciais”, disse ele.

A França manifestou sua “consternação” pelo período de 20 anos de prisão.

Em um informe especial à imprensa, Christine Fages, uma porta-voz do Ministério do Exterior da França, declarou que as autoridades iranianas devem cessar a perseguição aos bahá’ís e outras minorias religiosas e “respeitar a liberdade de religião e consciência definida pelo Tratado Internacional de Direitos Civis e Políticos, ao qual o Irã livremente aderiu”.

A Austrália também compartilhou a preocupação pelas sentenças. “Continuamos a apelar ao Irã que assegure que todos os julgamentos sejam justos e transparentes e conduzidos de acordo com as obrigações internacionais do Irã”, disse o porta-voz do Departamento de Assuntos Externos e Comércio do governo australiano.

Numa declaração emitida hoje, o presidente do Parlamento Europeu – Jerzy Buzek – qualificou as sentenças de “um chocante sinal de um imenso desapontamento para todos aqueles que tiveram esperança de melhora na situação dos direitos humanos no Irã”.

“O Irã comprometeu-se com os padrões internacionais e enfatizo que isso inclui também o respeito e proteção à liberdade religiosa”, disse ele.

Organizações internacionais de direitos humanos também se juntaram ao coro de protestos contra as sentenças de prisão noticiadas.

A Campanha Internacional pelos Direitos Humanos no Irã afirmou que o sentenciamento das lideranças bahá’ís é “politicamente motivada, discriminatória, injusta e ilegal segundo a lei iraniana e internacional”.

“Eles foram condenados por serem bahá’ís, nada mais, e assim seu encarceramento expressa uma política de opressão à Fé Bahá’í e seus membros”, disse Aaron Rhodes, o porta-voz da Campanha.

A Anistia Internacional descreveu as lideranças bahá’ís como “prisioneiros de consciência, presos por causa de suas crenças ou atividades pacíficas em prol da minoria bahá’í perseguida”.

“Os sete foram detidos por meses sem acusação, antes de serem submetidos a um julgamento burlesco. Devem ser libertados imediatamente”, disse Hassiba Hadj Sahraoui, diretora substituta da Anistia Internacional no Oriente Médio e Norte da África.

Numa declaração, a Federação Internacional de Direitos humanos (FIDH, sigla em francês) e a Liga Iraniana para Defesa de Direitos Humanos (LIDDH, sigla em inglês) pediu ao governo iraniano para “agir em conformidade com a Declaração Universal de Direitos Humanos bem como com os instrumentos internacionais de direitos humanos ratificados pela República Islâmica do Irã”.

A Human Rights Watch exigiu que o judiciário iraniano libertasse os sete imediatamente “dado que nenhuma evidência jamais parece ter sido apresentada contra eles, e não foi dado a eles um julgamento justo e público”.

“Durante mais de dois anos as autoridades iranianas falharam completamente em apresentar a mais leve evidência que indicasse qualquer fundamento para a detenção desses sete líderes bahá’ís, quanto mais para sentenciá-los a 20 anos de prisão”, disse Joe Stork, o diretor substituto da Human Rights Watch no Oriente Médio.

“O Irã deve tomar providências concretas que mostrem que está comprometido com a proteção de direitos fundamentais dos bahá’ís”, disse o Sr. Strock.

“A libertação imediata e incondicional dos sete líderes bahá’ís poderia ser um bom começo”, disse ele.

Diane Ala’i, a representante bahá’í nas Nações Unidas em Genebra, disse que a Comunidade Internacional Bahá’í aprecia profundamente o apoio leal até agora oferecido por governos e organizações de direitos humanos.

“Estas declarações demonstram que um número crescente de pessoas de todas as raças e religiões em todo o mundo querem ver justiça no Irã – não somente para os bahá’ís mas todos os seus cidadãos que enfrentam grave violação de direitos humanos”, disse a Sra. Ala’i.

Por quanto tempo mais as autoridades iranianas continuarão a ignorar estas vozes que se erguem?”, disse ela.



Para ler o artigo on-line e ver fotografias, acesse:
http://news.bahai.org/story/787

Para ver a página do Baha’i World News Service, acesse:
http://news.bahai.org/

"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"-Bahá'u'lláh-

Presidente do Parlamento Europeu questiona o julgamento das lidereanças bahá'ís no Irã

Presidente do Parlamento Europeu questiona o julgamento das lidereanças bahá'ís no Irã

O presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, está está profundamente incomodado e preocupado com os relatórios da sentença de sete líderes religiosos da Fé Baha'i no Irã. "Estou muito preocupado com esta notícia. As sentenças contra os representantes da Fé Baha'i são um sinal chocante e uma enorme decepção para todos aqueles que esperavam uma melhoria da situação dos direitos humanos no Irã”. Leia abaixo (em inglês).


Buzek on the sentencing of Baha'i leaders in Iran
Brussels - 11/08/2010

The President of the European Parliament, Jerzy Buzek, is deeply troubled and concerned about the reports of the sentencing of seven religious leaders of the Baha'i faith in Iran. According to news reports, an Iranian court has sentenced seven leaders of the Baha'i faith to 20 years in prison.

"I am very concerned at this news. The sentences against the representatives of the Baha'i faith are a shocking signal and an immense disappointment for all who have hoped for an improvement of the human rights situation in Iran.

We have strong doubts about the fairness and transparency of the judicial procedure and I deeply deplore this. Therefore I call on the relevant authorities to allow a fair and open appeal procedure. Iran has committed itself to international standards and I underline that this includes also the respect and protection of religious freedom."

The European Parliament and President Buzek will continue to closely observe this issue.



Fonte (em inglês): http://www.europarl.europa.eu/president/view/en/press/press_release/2010/2010-August/press_release-2010-August-7.html


"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"-Bahá'u'lláh-

Relatório diz “condenadas” as sete lideranças bahá'ís

Relatório diz “condenadas” as sete lideranças bahá'ís


NOVA IORQUE, 8 de agosto – A Comunidade Internacional Bahá’í recebeu relatórios indicando que as sete lideranças bahá’ís foram condenadas a 20 anos de prisão cada uma.

As duas mulheres e cinco homens estão sendo mantidos presos na notória prisão de Evin, em Teerã, desde sua detenção em 2008 – sendo seis deles em 14 de maio e um deles dois meses antes.

“Se esta notícia for correta, ela representa um final profundamente chocante para o caso dessas pessoas inocentes e inofensivas”, disse Bani Dugal, a principal representante da Comunidade Internacional Bahá’í nas Nações Unidas.
“Entendemos que eles foram informados dessa sentença e que seus advogados estão no processo de encaminhar uma apelação”, disse a Sra. Dugal.

Os prisioneiros – Fariba Kamalabadi, Jamaloddin Khanjani, Afif Naeimi, Saeid Rezaie, Mahvash Sabet, Behrouz Tavakkoli, e Vahid Tizfahm – eram todos membros de um grupo de âmbito nacional que atendia às mínimas necessidades dos 300 mil membros da comunidade Bahá’í do Irã, a maior minoria religiosa não muçulmana do País.

O julgamento dos sete consistiu em seis breves audiências que começaram em 12 de janeiro deste ano, depois que eles estiveram encarcerados sem acusações por 20 meses, durante os quais eles mal tiveram uma hora de acesso aos seus advogados. O julgamento encerrou-se em 14 de junho.

Os réus foram acusados de espionagem, atividades de propaganda contra a ordem islâmica, e o estabelecimento de uma administração ilegal, entre outras alegações. Todas as acusações foram completa e categoricamente negadas.



Para ler a versão original deste artigo on-line e ver fotografias, acesse (em inglês): http://news.bahai.org/story/786

Para ver a página do Baha’i World News Service, acesse: http://news.bahai.org/
Postado por Assessoria de Comunicação às 10:07

"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"-Bahá'u'lláh-

Dúvida quanto a sentença de prisão de bahá’ís no Irã

Dúvida quanto a sentença de prisão de bahá’ís no Irã


Lideranças bahá’ís são condenadas a 20 anos de prisão no Irã sem provas concretas



Após dois anos de prisão “temporária”, sete membros da Comunidade Bahá'í do Irã foram condenados a 20 anos de prisão. Os cinco homens e as duas mulheres formavam a liderança bahá’í responsável por atender as necessidades espirituais da maior minoria religiosa do país. Essas sete pessoas, hoje presas na prisão de Evin (Teerã), são a Sra. Fariba Kamalabadi, Sr. Jamaloddin Khanjani, Sr. Afif Naeimi, Sr. Saeid Rezaie, Sra. Mahvash Sabet, Sr. Behrouz Tavakkoli, e Sr. Vahid Tizfahm. Seis deles foram presos em 14/04/08 em suas casas em Teerã. A Sra. Sabet foi presa em 5/03/08 em Mashhad.

Diversos países como Canadá, Alemanha, França, Austrália, a União Européia e organizações internacionais de direitos humanos, como a HRW e a Anistia Internacional, já se manifestaram contra a condenação dos sete bahá'ís. A Comunidade Bahá’í do Brasil também se manifestou preparando dois abaixo-assinados com cartas a serem enviadas para o Presidente Lula, Ministro Celso Amorim e Presidente Ahmadinejad, solicitando a imediata libertação dos réus.

Os sete foram presos sem provas concretas e sem acesso a seus advogados (dentre estes a Prêmio Nobel da Paz iraniana Shirin Ebadi, impedida de entrar no Irã desde junho de 2009), que estiveram com eles por menos de uma hora durante todo o tempo em que se encontram presos e só foram informados das acusações oito meses depois da prisão. A justiça iraniana os acusa de ameaça à segurança nacional, propaganda contra a República Islâmica do Irã, espionagem para outros países, entre outras acusações.

As seis seções do julgamento realizadas entre janeiro e agosto de 2010 foram realizadas a portas fechadas, mas foi permitida a entrada de equipes de cinegrafistas e funcionários do Ministério da Inteligência. Somente a partir da quarta seção a entrada de familiares foi permitida, porém foram negadas diversas solicitações de missões diplomáticas no Irã para observar os procedimentos. O juiz somente permitiu a entrada de jornalistas certificados pelo governo.

A prisão dos sete ocorreu em total desconformidade com as leis iranianas, evidenciando o real motivo das prisões destes e de muitos outros bahá’ís: a perseguição religiosa. A comunidade bahá’í iraniana sofre uma perseguição sistemática e discriminatória pela República Islâmica do Irã, incluindo a proibição à educação e empregos públicos, invasão de domicílios, prisões arbitrárias, profanação de cemitérios, e outros. É de conhecimento da comunidade internacional que a prisão e condenação destes sete bahá'ís é uma forma de intimidação aos 300 mil bahá'ís iranianos.


Para mais informações, acompanhe o blog da SASG: http://sasg.bahai.org.br/
Postado por Assessoria de Comunicação às 13:51


"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"-Bahá'u'lláh-