11 de nov de 2010

Convenção Regional 2010 nº 10 - Goiás compreendendo as comunidades do estado, exceto Entorno de Brasília.

A Convenção Regional 2010 nº 10 – Goiás compreendendo as comunidades do estado, exceto Entorno de Brasília estará acontendo no dia 20 de novembro, as cartas convites com a cédula de votação foram postadas a mais de 20 dias mas pode ser que algum amigo não tenho recebido por isso estou enviando a vocês a carta e a cédula para que possam entregar aos amigos que precisarem. Favor imprimir algumas cédulas para ser entrega no dia da sub-Convenção e na Convenção. Ajude na divulgação.

Dia 20/11/2010 (sábado) - Convenção em Goiânia
Anfitriã: AEL de Goiânia
Local: Sede Bahá'í
Rua C 234, Qd 576, Lt 2 – Setor Nova Suiça
74280-330 - Goiânia – GO
Início: às 12 h com almoço de confraternização com o propósito de unir os membros da comunidade, e, de se conhecerem.

Departamento de Secretariado
do Conselho Regional do Centro Oeste

"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"-Bahá'u'lláh-

10 de nov de 2010

Celebração pelo Dia do Nascimento de Bahá’u’lláh em Goiânia.





Você e sua família estão convidados para participar da Celebração pelo Dia do Nascimento de Bahá’u’lláh em Goiânia.

"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"-Bahá'u'lláh-



Movimento de Juventude do Centro-Oeste



Aconteceu em Goiânia-Goiás
do dia 30 de outubro à 02 de novembro de 2010


Movimento para mobilizar a juventude bahá’í para assumir a liderança das atividades bahá’ís e ombrear os trabalhos requeridos neste e no próximo Plano de Cinco Anos.

Missão:— catalisador de processo duradouro de transformação espiritual
— expansão de um programa que instile nos pré-jovens o senso de um duplo propósito moral para desenvolverem suas potencialidades inerentes e contribuírem com a transformação da sociedade

— desenvolvimento de verdadeiras amizades para um processo de transformação espiritual individual e coletiva

— ações sociais que devem se estender em benefício da comunidade que os cercam
Produtos:Encontro Regional de Juventude 2010
...


Movimento de Juventude do Centro-Oeste

Saldo final do Encontro:

4 declarações, vários tutores, promotores de reuniões devocionais, monitores de pré-jovens, professores de aulas para crianças, novas amizades, muita alegria e muitos sorrisos, graças a todo e cada um de vocês! Obrigado! Agora, incendiar as suas comunidades…



"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"-Bahá'u'lláh-

20 de ago de 2010

Juventude movimenta as atividades nas comunidades de Goiás e São Paulo


Jovens buscam se capacitar para servir


Juventude movimenta as atividades nas comunidades de Goiás e São Paulo


Jovens das comunidades bahá'ís das cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia e Anápolis, no estado de Goiás, estão cada vez mais envolvidos em atividades de capacitação para o servir à humanidade.

Jovens do agrupamento Goyazes (que compreende a comunidade bahá'í das regiões de Goiânia e Aparecida de Goiânia) apresentaram na Reunião de Reflexão no dia 30 de julho a programação de um ciclo de "casas abertas" dedicadas aos temas dos 7 livros da sequência básica do Instituto Ruhí¹, cujo objetivo é animar bahá'ís e amigos a engajarem nesse processo de transformação coletiva da sociedade que esse estudo promove. “Com este espírito imbuído na Comunidade, Goyazes espera grandes transformações internas e externas, com a aspiração de uma coerência de tal forma dinâmica que todos os seus membros — crianças, jovens e adultos — irão usar os seus mais elevados poderes no serviço à Causa. Cozinhando, treinando, encorajando, cada um, dentro dos seus mais belos talentos, levantou-se para ocupar o seu posto de amor e serviço ao atual Plano²”, afirmou Sam Cyrous, jovem psicólogo que recentemente se mudou de Portugal para Goiânia.

No primeiro encontro de jovens do agrupamento Irrestritos como o Vento (que compreende a comunidade bahá'í de Americana-SP), os jovens se reuniram para assistir palestras sobre temas como Espiritualidade; Leis X Liberdade; e para um aprofundamento sobre os ensinamentos da Fé Bahá'í. Além disto, receberam o convite para participar de círculos de estudo e a trabalhar nas atividades do Plano de Cinco Anos² - aulas bahá'ís para crianças, grupo de pré-jovens, tutores de círculo de estudo e abrirem Reuniões Devocionais.

Além das palestras os jovens participaram de dinâmicas e momentos de integração e descontração ao som de música. O evento durou o dia inteiro e ao final os jovens colaboraram com a arrumação e limpeza da sede bahá'í. A equipe organizadora do evento já está animada para o próximo encontro!

O texto abaixo foi escrito pela jovem Maryan Nascimento, que participou do encontro de jovens realizado em Pirenópolis no mês de julho:


A juventude sabe mover o mundo


Entre os dias 23 e 25 de julho, os jovens dos agrupamentos Goyazes e Núr³ se reuniram naquela que foi a primeira de uma saga de encontros, intitulados “O Poder da Juventude”, na linda e aconchegante cidade de Pirenópolis.

O Encontro contou com a presença de 15 participantes preocupados com a melhora do mundo. Por isso, com o desejo de canalizarem suas energias para alcançarem tal nobre propósito e tendo em vista que uma vez comprometidos com essa missão transformadora, o trabalho de serviço será uma constante em suas vidas, houve intervenções sobre temas cuidadosamente selecionados: “O poder transformador da juventude” (Pejman Samoori) e “O poder dos jovens em ações com a sociedade” (Iradj Roberto Eghrari). Houve ainda o estudo da Mensagem da Mão da Causa de Deus, Amatu'l-Bahá Rúhíyyih Khánúm, com os jovens e um debate sobre um filme, ambos conduzidos por Sam Hadji Cyrous.

Pensando nas muitas almas que desejam participar dessa transformação universal, a Comissão Organizadora prevê um segundo encontro para o último trimestre deste ano. Os jovens que estão sob a jurisdição do Conselho Bahá’í do Centro-Oeste estão todos convidados a fazerem parte desse encontro que poderá marcar um novo ponto em suas vidas, aquele no qual eles descobrem as suas mais vibrantes potencialidades para mover o mundo!

Texto por : Maryan Nascimento

Foto: Pabline Acosta


¹ O Instituto Ruhi desenvolveu, ao longo dos anos, uma sequência de livros de aprofundamento espiritual, que são utilizados nos círculos de estudo promovidos pela comunidade bahá'í em todo o mundo. Os materiais focam no reconhecimento da essência espiritual do ser humano e estimulam os participantes dos círculos de estudo a colocarem seus talentos e capacidades a serviço da humanidade.

² As atividades centrais promovidas pela Comunidade Bahá'í são o foco de sua ação social. São elas: aulas para crianças, grupos de pré-jovens, reuniões devocionais e círculos de estudo; todas abertas ao público e disponíveis em todas as regiões do país. Para saber mais, entre em contato com a comunidade bahá'í mais próxima!

³ O agrupamento Núr compreende a cidade de Anápolis.


Postado por Assessoria de Comunicação


"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"-Bahá'u'lláh-

17 de ago de 2010

UM POEMA AO HEROÍSMO DOS SETE BAHÁ'ÍS PRESOS E CONDENADOS RECENTEMENTE NO IRÃ

UM POEMA AO HEROÍSMO DOS SETE BAHÁ'ÍS PRESOS E CONDENADOS RECENTEMENTE NO IRÃ


Uma poesia transformada em canção, em homenagem ao heroísmo de nossos irmãos no Irã desde a fundação da Fé naquele país. Baseada em trechos da história da perseguição aos babis e bahá'ís seguidores do Báb e de Bahá'u'lláh. A Fé Bahá'í narrada desde o início da História do Báb. Embasada no livro: A Presença de Deus, escrito por Shoghi Effendi. Dos três primeiros capítulos.



AOS HERÓIS DA FÉ BAHÁ’Í



Acompanhai-me amigos, acompanhai-me e vede!

Estes que acorrentados, conduzidos por seus algozes.

Acompanhai-me amigos, acompanhai-me e vede!

Estes que enfileirados, queimando vão como tochas.

Acompanhai-me amigos, acompanhai-me e vede!

Cantam em voz ressoante, diante do povo calado.



Verdadeiramente de Deus nós vimos,

Verdadeiramente de Deus nós vimos,

E a Ele voltamos e a Ele voltamos!



Acompanhai-me amigos, acompanhai-me e vede!

Homens, mulheres, crianças! Sorvem o copo da graça!

Acompanhai-me amigos, acompanhai-me e vede!

Ainda hoje no Irã, berço da Amada Fé!

Acompanhai-me amigos, acompanhai-me e vede!

Prendem, maltratam e perseguem, os seguidores de Bahá!

Prendem, maltratam e perseguem, os seguidores de Bahá!



Acompanhai-me e vede...



Uma homenagem aos Sete Yárans presos em maio de 2008, e que foram condenados a 20 anos de prisão.

Seus crimes?Simplesmente por serem Bahá'ís!

"Ser bahá’í significa simplesmente ter amor a todos; amar a humanidade e esforçar-se por servi-la, trabalhar pela paz e fraternidade universais."


Os Porta- Tochas da Fé
http://groups.google.com.br/group/defenda_criancasbahaisdoira/web/os-porta--tochas-da-f


Para defender os bahá'ís contra a perseguição religiosa no Irã, deixe aqui a sua marca!

http://sasg.bahai.org.br/p/abaixo-assinados.html

Muito atenciosamente,





"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"-Bahá'u'lláh-

16 de ago de 2010

Protesto internacional pela sentença de prisão para os líderes bahá’ís do Irã

Protesto internacional pela sentença de prisão para os líderes bahá’ís do Irã

GENEBRA, 11 de agosto de 2010 (BWNS) – A notícia de que cada um os sete líderes bahá’ís do Irã recebeu a sentença de prisão de 20 anos foi recebida com reprovação por governos e organizações de direitos humanos em todo o mundo.

Austrália, Canadá, França e Alemanha – e o presidente do Parlamento Europeu – todos expressaram declarações enérgicas de preocupação.

Eles estão pedindo a libertação dos prisioneiros sob fiança, para que o julgamento seja anulado e que o Irã demonstre que o julgamento foi justo e de acordo com os padrões internacionais.

O Ministro de Assuntos Externos do Canadá, Lawrence Cannon, disse que este país estava “profundamente preocupado” pelas sentenças “pronunciadas sem julgamento registrado nem processo adequado”. Ele urgiu o irã a lhes conceder liberdade sob fiança.

A Alemanha descreveu o resultado do julgamento como um “retrocesso maciço para todos aqueles que se empenharam na promoção da dignidade humana e direitos humanos no Irã”.

Markus Loning, comissário para direitos humanos e ajuda humanitária do Gabinete Externo da Alemanha, disse que o Irã deve anular o julgamento e “prover um procedimento jurídico justo e transparente”.

“Há grandes dúvidas quanto à concordância com os direitos básicos legais durante os procedimentos judiciais”, disse ele.

A França manifestou sua “consternação” pelo período de 20 anos de prisão.

Em um informe especial à imprensa, Christine Fages, uma porta-voz do Ministério do Exterior da França, declarou que as autoridades iranianas devem cessar a perseguição aos bahá’ís e outras minorias religiosas e “respeitar a liberdade de religião e consciência definida pelo Tratado Internacional de Direitos Civis e Políticos, ao qual o Irã livremente aderiu”.

A Austrália também compartilhou a preocupação pelas sentenças. “Continuamos a apelar ao Irã que assegure que todos os julgamentos sejam justos e transparentes e conduzidos de acordo com as obrigações internacionais do Irã”, disse o porta-voz do Departamento de Assuntos Externos e Comércio do governo australiano.

Numa declaração emitida hoje, o presidente do Parlamento Europeu – Jerzy Buzek – qualificou as sentenças de “um chocante sinal de um imenso desapontamento para todos aqueles que tiveram esperança de melhora na situação dos direitos humanos no Irã”.

“O Irã comprometeu-se com os padrões internacionais e enfatizo que isso inclui também o respeito e proteção à liberdade religiosa”, disse ele.

Organizações internacionais de direitos humanos também se juntaram ao coro de protestos contra as sentenças de prisão noticiadas.

A Campanha Internacional pelos Direitos Humanos no Irã afirmou que o sentenciamento das lideranças bahá’ís é “politicamente motivada, discriminatória, injusta e ilegal segundo a lei iraniana e internacional”.

“Eles foram condenados por serem bahá’ís, nada mais, e assim seu encarceramento expressa uma política de opressão à Fé Bahá’í e seus membros”, disse Aaron Rhodes, o porta-voz da Campanha.

A Anistia Internacional descreveu as lideranças bahá’ís como “prisioneiros de consciência, presos por causa de suas crenças ou atividades pacíficas em prol da minoria bahá’í perseguida”.

“Os sete foram detidos por meses sem acusação, antes de serem submetidos a um julgamento burlesco. Devem ser libertados imediatamente”, disse Hassiba Hadj Sahraoui, diretora substituta da Anistia Internacional no Oriente Médio e Norte da África.

Numa declaração, a Federação Internacional de Direitos humanos (FIDH, sigla em francês) e a Liga Iraniana para Defesa de Direitos Humanos (LIDDH, sigla em inglês) pediu ao governo iraniano para “agir em conformidade com a Declaração Universal de Direitos Humanos bem como com os instrumentos internacionais de direitos humanos ratificados pela República Islâmica do Irã”.

A Human Rights Watch exigiu que o judiciário iraniano libertasse os sete imediatamente “dado que nenhuma evidência jamais parece ter sido apresentada contra eles, e não foi dado a eles um julgamento justo e público”.

“Durante mais de dois anos as autoridades iranianas falharam completamente em apresentar a mais leve evidência que indicasse qualquer fundamento para a detenção desses sete líderes bahá’ís, quanto mais para sentenciá-los a 20 anos de prisão”, disse Joe Stork, o diretor substituto da Human Rights Watch no Oriente Médio.

“O Irã deve tomar providências concretas que mostrem que está comprometido com a proteção de direitos fundamentais dos bahá’ís”, disse o Sr. Strock.

“A libertação imediata e incondicional dos sete líderes bahá’ís poderia ser um bom começo”, disse ele.

Diane Ala’i, a representante bahá’í nas Nações Unidas em Genebra, disse que a Comunidade Internacional Bahá’í aprecia profundamente o apoio leal até agora oferecido por governos e organizações de direitos humanos.

“Estas declarações demonstram que um número crescente de pessoas de todas as raças e religiões em todo o mundo querem ver justiça no Irã – não somente para os bahá’ís mas todos os seus cidadãos que enfrentam grave violação de direitos humanos”, disse a Sra. Ala’i.

Por quanto tempo mais as autoridades iranianas continuarão a ignorar estas vozes que se erguem?”, disse ela.



Para ler o artigo on-line e ver fotografias, acesse:
http://news.bahai.org/story/787

Para ver a página do Baha’i World News Service, acesse:
http://news.bahai.org/

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Presidente do Parlamento Europeu questiona o julgamento das lidereanças bahá'ís no Irã

Presidente do Parlamento Europeu questiona o julgamento das lidereanças bahá'ís no Irã

O presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, está está profundamente incomodado e preocupado com os relatórios da sentença de sete líderes religiosos da Fé Baha'i no Irã. "Estou muito preocupado com esta notícia. As sentenças contra os representantes da Fé Baha'i são um sinal chocante e uma enorme decepção para todos aqueles que esperavam uma melhoria da situação dos direitos humanos no Irã”. Leia abaixo (em inglês).


Buzek on the sentencing of Baha'i leaders in Iran
Brussels - 11/08/2010

The President of the European Parliament, Jerzy Buzek, is deeply troubled and concerned about the reports of the sentencing of seven religious leaders of the Baha'i faith in Iran. According to news reports, an Iranian court has sentenced seven leaders of the Baha'i faith to 20 years in prison.

"I am very concerned at this news. The sentences against the representatives of the Baha'i faith are a shocking signal and an immense disappointment for all who have hoped for an improvement of the human rights situation in Iran.

We have strong doubts about the fairness and transparency of the judicial procedure and I deeply deplore this. Therefore I call on the relevant authorities to allow a fair and open appeal procedure. Iran has committed itself to international standards and I underline that this includes also the respect and protection of religious freedom."

The European Parliament and President Buzek will continue to closely observe this issue.



Fonte (em inglês): http://www.europarl.europa.eu/president/view/en/press/press_release/2010/2010-August/press_release-2010-August-7.html


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Relatório diz “condenadas” as sete lideranças bahá'ís

Relatório diz “condenadas” as sete lideranças bahá'ís


NOVA IORQUE, 8 de agosto – A Comunidade Internacional Bahá’í recebeu relatórios indicando que as sete lideranças bahá’ís foram condenadas a 20 anos de prisão cada uma.

As duas mulheres e cinco homens estão sendo mantidos presos na notória prisão de Evin, em Teerã, desde sua detenção em 2008 – sendo seis deles em 14 de maio e um deles dois meses antes.

“Se esta notícia for correta, ela representa um final profundamente chocante para o caso dessas pessoas inocentes e inofensivas”, disse Bani Dugal, a principal representante da Comunidade Internacional Bahá’í nas Nações Unidas.
“Entendemos que eles foram informados dessa sentença e que seus advogados estão no processo de encaminhar uma apelação”, disse a Sra. Dugal.

Os prisioneiros – Fariba Kamalabadi, Jamaloddin Khanjani, Afif Naeimi, Saeid Rezaie, Mahvash Sabet, Behrouz Tavakkoli, e Vahid Tizfahm – eram todos membros de um grupo de âmbito nacional que atendia às mínimas necessidades dos 300 mil membros da comunidade Bahá’í do Irã, a maior minoria religiosa não muçulmana do País.

O julgamento dos sete consistiu em seis breves audiências que começaram em 12 de janeiro deste ano, depois que eles estiveram encarcerados sem acusações por 20 meses, durante os quais eles mal tiveram uma hora de acesso aos seus advogados. O julgamento encerrou-se em 14 de junho.

Os réus foram acusados de espionagem, atividades de propaganda contra a ordem islâmica, e o estabelecimento de uma administração ilegal, entre outras alegações. Todas as acusações foram completa e categoricamente negadas.



Para ler a versão original deste artigo on-line e ver fotografias, acesse (em inglês): http://news.bahai.org/story/786

Para ver a página do Baha’i World News Service, acesse: http://news.bahai.org/
Postado por Assessoria de Comunicação às 10:07

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Dúvida quanto a sentença de prisão de bahá’ís no Irã

Dúvida quanto a sentença de prisão de bahá’ís no Irã


Lideranças bahá’ís são condenadas a 20 anos de prisão no Irã sem provas concretas



Após dois anos de prisão “temporária”, sete membros da Comunidade Bahá'í do Irã foram condenados a 20 anos de prisão. Os cinco homens e as duas mulheres formavam a liderança bahá’í responsável por atender as necessidades espirituais da maior minoria religiosa do país. Essas sete pessoas, hoje presas na prisão de Evin (Teerã), são a Sra. Fariba Kamalabadi, Sr. Jamaloddin Khanjani, Sr. Afif Naeimi, Sr. Saeid Rezaie, Sra. Mahvash Sabet, Sr. Behrouz Tavakkoli, e Sr. Vahid Tizfahm. Seis deles foram presos em 14/04/08 em suas casas em Teerã. A Sra. Sabet foi presa em 5/03/08 em Mashhad.

Diversos países como Canadá, Alemanha, França, Austrália, a União Européia e organizações internacionais de direitos humanos, como a HRW e a Anistia Internacional, já se manifestaram contra a condenação dos sete bahá'ís. A Comunidade Bahá’í do Brasil também se manifestou preparando dois abaixo-assinados com cartas a serem enviadas para o Presidente Lula, Ministro Celso Amorim e Presidente Ahmadinejad, solicitando a imediata libertação dos réus.

Os sete foram presos sem provas concretas e sem acesso a seus advogados (dentre estes a Prêmio Nobel da Paz iraniana Shirin Ebadi, impedida de entrar no Irã desde junho de 2009), que estiveram com eles por menos de uma hora durante todo o tempo em que se encontram presos e só foram informados das acusações oito meses depois da prisão. A justiça iraniana os acusa de ameaça à segurança nacional, propaganda contra a República Islâmica do Irã, espionagem para outros países, entre outras acusações.

As seis seções do julgamento realizadas entre janeiro e agosto de 2010 foram realizadas a portas fechadas, mas foi permitida a entrada de equipes de cinegrafistas e funcionários do Ministério da Inteligência. Somente a partir da quarta seção a entrada de familiares foi permitida, porém foram negadas diversas solicitações de missões diplomáticas no Irã para observar os procedimentos. O juiz somente permitiu a entrada de jornalistas certificados pelo governo.

A prisão dos sete ocorreu em total desconformidade com as leis iranianas, evidenciando o real motivo das prisões destes e de muitos outros bahá’ís: a perseguição religiosa. A comunidade bahá’í iraniana sofre uma perseguição sistemática e discriminatória pela República Islâmica do Irã, incluindo a proibição à educação e empregos públicos, invasão de domicílios, prisões arbitrárias, profanação de cemitérios, e outros. É de conhecimento da comunidade internacional que a prisão e condenação destes sete bahá'ís é uma forma de intimidação aos 300 mil bahá'ís iranianos.


Para mais informações, acompanhe o blog da SASG: http://sasg.bahai.org.br/
Postado por Assessoria de Comunicação às 13:51


"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"-Bahá'u'lláh-

24 de mar de 2010

Naw-Rúz Ano167 Era Bahá'í , celebração em Goiânia-Goiás-Brasil 2010





Bahá'ís de Goiânia celebraram a chegada do Ano Novo No dia 20, equinócio de outono, no hemisfério sul, os bahá'ís (pronuncia-se barrais) são os seguidores da Glória de Deus, no mundo inteiro, cerca de 7 milhões, espalhados pelo globo, celebram a chegada do Ano Novo Bahá'í (Naw Rúz). Goiânia não ficou de fora desta festividade. Cerca de 130 adeptos da Fé Bahá'í e convidados, se reuniram no Salão do Edifício Itatiaia, no Setor Marista, Av. 85, nº 1300, às 20:00 horas, do dia 20 de março de 2010, para celebrar a passagem do Ano Novo, com orações, músicas,uma pequena palestra sobre o Naw-Rúz, logo após foi servido um delicioso jantar.

A Fé Bahá'í é a mais recente religião independente; está a par do judaísmo, cristianismo, budismo e islamismo. Como toda religião independente, possui calendário próprio. O Calendário Bahá'í foi estabelecido pelo Báb, do árabe, A Porta (1819-1850), precursor da Fé Bahá'í, na Pérsia, e mais tarde, aprovado por Bahá'u'lláh, origem árabe, quer dizer, Glória de Deus (1817-1892) fundador da Fé Bahá'í, que declarou que o calendário bahá'í deveria começar em 1844 D.C, ano da declaração do Báb, conhecido pelos bahá'ís como um enviado de Deus que anunciou a 'Boa Nova': a vinda de um Prometido para esta época, Bahá'u'lláh.


Portanto, os bahá'ís comemoraram a chegada do ano 167 da Era Bahá'í E.B que inaugura, uma nova fase na Terra. De acordo com os Escritos bahá'is, tratar-se da era de luz, paz e unidade entre os povos, enfim, o início da construção de uma nova ordem mundial. Por isso, os adeptos da Fé Bahá'í têm motivos de sobra para comemorar a data.

A maioria dos bahá'ís, hoje, no mundo, trabalha ativamente no processo de construção de uma cultura de paz, semeando os ensinamentos de Bahá'u'lláh, que segundo a crença de seus adeptos, são perfeitamente adequados para o homem moderno. Princípios como harmonia entre religião e ciência, igualdade de direitos e oportunidades entre os gêneros, justiça e economia, com eliminação dos extremos de riqueza e pobreza, o fundamento espiritual da vida, a eliminação de todo tipo de preconceito e outros, fazem parte dos ensinamentos de Bahá'u'lláh para esta época , e de uma forma muito prática, encontram-se acessíveis a todos, em Institutos Educacionais Bahá'ís espalhados pelo mundo, buscando o aprimoramento humano.

A Fé Bahá'í, de acordo com a enciclopédia Britânica, é a segunda religião mais difundida no globo, depois do Cristianismo e seus Escritos já foram traduzidos para mais de 800 línguas.

A mais recente religião independente da humanidade chegou em Goiânia-Goiás, em 1977 com os pioneiros, Sra. Zia, seu espôso Sr. Hesmatolláh Pehzeskzad e sua família. Hoje há mais de 300 bahá'ís da região,sendo em Goiânia e Aparecida de Goiânia, envolvidos com o processo educacional para cultura de paz e transformação da humanidade,são agentes de transformação social que através do Instituto Educacional Bahá'í, realizam:aulas de virtudes, valores humanos e espirituais para crianças e adolescentes, reuniões de orações, círculos de estudos para aprimoramento pessoal e espiritual, promovem ações sócio-econômicas, culturais e educativas.


O Ano Novo já veio


Sabeis em que ciclo fostes criados e em que era da história humana existis? Esta é a era da Abençoada Perfeição e este o tempo do Máximo Nome! Este é o século da Manifestação, a era do Sol dos Horizontes e da bela primavera de Sua Santidade, o Eterno!

A Terra está em movimento e crescimento; as montanhas, as colinas e as planícies estão verdes e esplendorosas; as benesses estão florindo; a misericórdia é universal; a chuva caí das nuvens da generosidade; o Sol brilha resplandecente; a lua cheia ornamenta o horizonte do éter; a grande onda oceânica está em plenitude com as águas de todo corrégo pequeno; as dádivas se sucedem; os favores são intermináveis; e a brisa refrescante está soprando, trazendo o frescor perfumado das florações. Tesouro inexaurível encontra-se nas mãos do Rei dos Reis! Levantai as bordas de vossas vestes para receber suas riquezas.

Se não sois felizes e alegres nesta estação do ano, por qual outra esperareis?

Este é o tempo de crescimento; a época de reunião alegre e festiva! Tomai em vossas mãos a taça do Testamento; pulai e dançai com êxtase na procissão triunfal do Convênio! Depositai vossa confiança na generosidade eterna, voltai-vos para a presença de Deus, que é generoso; pedi ajuda do Reino de Abhá; buscai confirmação do Mundo Supremo; volvei vossa visão para o horizonte da riqueza eterna; e implorai pela ajuda da Fonte da Misericórdia!

Logo vereis os amigos atingindo seu destino longamente esperado e armando suas tendas, enquanto estamos apenas no primeiro dia da jornada.

-'Abdu'l-Bahá-


"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"
-Bahá'u'lláh-


21 de fev de 2010

Criança de 06 anos, participa e assina documentos em Ato Público de Solidariedade pela Vida dos Sete bahá'ís presos no Irã




Isabel, estudante de 06 anos, participa e assina documentos em Ato Público de Solidariedade pela Vida dos Sete bahá'ís presos no Irã em 2008. O evento aconteceu no dia 04 de fevereiro de 2010, no auditório da assessoria Especial de Políticas para Igualdade Racial, coordenado pelo Grupo de Trabalho pela Paz da Prefeitura de Goiânia.


Abaixo segue uma pequena história desta criança

I.C.N na época com 04 anos, em 2007, já era conhecedora da História da perseguição dos Bahá'ís no Irã, quando observava atentamente sua avó ler um livro intitulado de, Quando o Coração Grita, William Sears.

Ao ver sua avó chorar todos os dias ao ler este livro, a pequena muito pensativa a questionou:

-Vovó, porque voce chora desse jeito todo dia quando lê esse livro?

Sua avó então lhe contou sobre a História dos Bahá'ís no Irã , lhe mostrando as ilustrações do livro e lhe contando as partes mais marcantes do sofrimento dos bahá'ís no Irã.

Desde então todos os dias ao ver sua avó ler o livro, ela corria para ouvir a História e ver as ilustrações.

Quando um dia I.C.N. viu sua mãe que estava doente e chorando por causa de problemas familiares ela lhe disse:

-Mamãe! Não chora não mamãe! Olha! A senhora sabe que lá no Irã os Bahá'ís sofre até? Eles bate nos baha´'ís mamãe, queima eles, os homens maus bate na sola do pé deles até sair sangue. As criancinhas não pode estudar, e eles mataram o pai de um menininho e uma menininha e deixou eles sem pai. Não precisa chorar a senhora vai ficar boa tá?

Passado um bom tempo, a avó de I.C.N, voltou para visitar a casa da filha e da neta levando uma sacola com roupas e pertences para passar alguns dias por lá. Quando colocou a sacola em cima do sofá, a pequena garota percebeu que o livro "Quando Grita o Coração", estava junto com os pertences de sua avó, então atônita ela diz para sua mãe:

-Alí mamãe! O livro que eu falei prá senhora, da História dos Baha´'ís no Irã, que a vovó tava lendo!

Ela sempre acompanha atentamente com sua avó os fatos que acontecem com os bahá'ís no Irã. No dia do ato público, à caminho para o local onde seria realizado o ato de solidariedade pela vida dos sete bahá'ís presos no Irã, I.C. N novamente perguntou:

-Vovó, até hoje os bahá'ís vão presos e sofrem da mesma forma que os bahá'ís daquele livro que a senhora leu?

Sua avó respondeu para ela que sim , que os bahá'ís desde a fundação da Fé sempre sofreram e sofrem ainda, amargas perseguições, porque são bahá'ís.

Categoria: Sem fins lucrativos/ativismo



"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"
-Bahá'u'lláh-


7 de fev de 2010

Manifestações de paz pelo Brasil em solidariedade aos bahá’ís no Irã

As manifestações pacíficas em São Paulo, Brasília e Goiânia, no dia 4 de fevereiro, reuniu centenas de pessoas para chamar a atenção das autoridades brasileiras à situação das lideranças bahá’ís presas no Irã. Os movimentos foram uma iniciativa da URI (United Religions Initiative) e teve a participação de autoridades políticas, representantes das diversas religiões e entidades ligadas aos direitos humanos. Também sensibilizados, o Grupo de Diálogo Inter-Religioso (G.D.I) enviou carta ao Presidente do Brasil e ao Ministro das Relações Exteriores pedindo providências para o caso.

São Paulo

A manifestação na UMAPAZ reuniu mais de 200 pessoas em protesto às injustiças cometidas no Irã contra a comunidade bahá'í. Flavio Rassekh, representante da comunidade bahá’í em São Paulo, abriu o evento saudando aos convidados e chamando-os à mesa para explicar o simbolismo da árvore de Laranjeira do Bab, contar brevemente a história do martírio e destruição da sua casa pelas forças do Governo Iraniano no século XIX. A semente que deu origem à árvore no Brasil foi trazida em 2008 da laranjeira plantada no quintal do Bab em Shiraz, no Irã.

Estavam presentes o Secretário do Meio Ambiente de São Paulo Eduardo Jorge, o ex-Ministro Luiz Gushiken, Reverendo Elias da United Religions Initiative, Deputado Walter Feldman (PSDB), Lia Bergman da Bnai Brith, Lia Diskin da Palas Athena e Eduardo Piva do Instituto Edson Neri. Os convidados defenderam não só as sete lideranças presas no Irã, mas toda a comunidade bahá'í daquele país, e exigiram que o governo brasileiro tomasse posição quanto às violações de direitos humanos e que também pedisse o acesso de observadores internacionais para acompanhar os julgamentos.

O Reverendo Elias defendeu a união de todas as religiões e o fim da violência por motivação religiosa, todos levantaram de mãos dadas para fazer um minuto de silêncio em honra aos amigos bahá'ís. Após as apresentações e discursos, o Xamã Cyro Leão foi convidado a soar o seu tambor enquanto os líderes religiosos e políticos caminhavam em direção do jardim do Lotus, onde está a laranjeira do Bab, acompanhados das 200 pessoas em silêncio e reverência. Um bahá’í membro da comunidade de Mogi Guaçu foi convidado a fazer uma oração ao lado da árvore.

Para registrar o momento junto aos líderes religiosos e políticos, o Secretário Eduardo Jorge foi fotografado ao lado da árvore segurando o banner com a foto dos bahá’ís presos.

Brasília

Em Brasília o apelo para que o governo brasileiro interceda foi feito por meio de uma carta endereçada ao Ministro das Relações Exteriores Celso Amorim. A carta foi entregue à Ministra Gláucia Gaush no Itamaraty pelo coordenador da URI em Brasília, Elianildo da Silva Nascimento, Everardo de Aguiar Lopes da Comissão de Direitos Humanos do Conic, e Iberê Lopes do Conselho Nacional da Umbanda no Brasil. Em seguida teve início a vigília de oração com todos em círculo.



Estavam presentes representantes das religiões budista,

cristã, judaica, hindu, islâmica, das tradições indígenas e religiões de matriz africana, além de entidades ligadas aos

direitos humanos, membros da sociedade civil e assessores de parlamentares. Cada representante de uma religião fez uma oração e manifestou preocupação com os bahá’ís presos no Irã e a situação de desrespeito aos direitos humanos no país, principalmente no que tange à liberdade de fé religiosa.

Para o assessor da senadora Fátima Cleide, Ronald Pinto, há uma preocupação profunda para que os direitos humanos sejam respeitados em todo o mundo: “Independente da origem das religiões, conforme quer hoje discutir o regime iraniano, é importante que todos tenham condições de professar aquilo em que acreditam”, afirma.

Franciso Aires, representante do Fórum de Líderes Religiosos do Distrito Federal e Entorno (FOAFRO), menciona a liberdade religiosa como a identidade espiritual das pessoas, que tem que ser garantida. Ao final das orações, Iradj Eghrari, representante da Comunidade Bahá’í no Brasil, lembrou que não há intolerância nos princípios da Fé Islâmica, mas na forma como as autoridades iranianas se utilizam de uma interpretação equivocada da religião como instrumento de opressão.



Goiânia

Em Goiânia foi realizado o Ato Público de Solidariedade pela Vida dos Bahá’ís Presos no Irã, coordenado pelo Grupo de Trabalho pela Paz da Prefeitura de Goiânia sob a iniciativa do assessor José Eduardo Silva, da Assessoria Especial de Políticas para Igualdade Racial (ASPPIR), onde foi realizado o evento. O assessor falou da importância da caminhada em prol da defesa dos direitos humanos e deste ato de humanidade em favor dos bahá’ís no Irã. A representante da Comunidade Bahá’í em Goiânia, Catarina Cavalcante de Jesus, acrescentou ao discurso a consciência dos direitos humanos sob os princípios da Fé Bahá’í.

Na ocasião a Dra. Gildeneide dos Passos Freire, da Comissão de Direitos Humanos da OAB/GO, discursou em favor dos bahá’ís e preparou uma carta oficial de repúdio a essas prisões, em que solicita a liberdade dos presos. A carta será entregue ao Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB de Goiás, Dr. Alexandre Prudente Marques, para que seja condizida ao presidente Lula e para que este a entregue ao presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. A carta também foi assinada por representantes de várias instituições ligadas aos direitos humanos em Goiânia e no estado de Goiás.


A reunião encerrou-se com a palavra de Genivalda Cravo, representante da URI Nacional e membro fundadora da URI de Goiás, que lembrou o fato das religiões de matrizes africanas no Brasil também serem discriminados em nosso país. Participaram da coordenação e apoiaram também a iniciativa, entidades ligadas aos direitos humanos, representantes religiosos e membros da sociedade civil goiana.

Uma lista de assinaturas de instituições e pessoas da sociedade civil em defesa dos bahá’ís presos no Irã será anexada aos documentos que serão enviados para a Comissão de Direitos Humanos da OAB de Goiânia, para o Parlamento Mundial da Paz e outros órgãos de direitos humanos.



Fonte desta matéria:
Assessoria de Comunicação da Secretaria de Ações com a Sociedade e o Governo da Comunidade Bahá'í de Goiânia.
http://secext.bahai.org.br/




"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"
-Bahá'u'lláh-


5 de fev de 2010

Carta de Repúdio das Instituições abaixo listadas à perseguição, sob todas as formas, aos Baháís do Irã

Dra.Gildeneide dos Passos Freire/Conselheira do Parlamento Mundial da Paz e Dr. Alexandre Prudente Marques /Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados de Goiânia-Goiás


Os conceitos de imagem e representação de um povo perpassa os signos que fazem parte de sua cultura. Estão assim incluídas as suas obras de arte nas suas várias espécies: monumentos, expressões artísticas, as danças, pinturas, esculturas, música, manifestação da religião, dentre outros. São através delas que a pessoa humana pode demonstrar ao mundo e ao seu país que possui uma identidade própria cultural e que essa identidade significa acesso ao sentimento de pertença ao meio em que está inserida.

Estudar a imagem e a sua representação consiste, então, em (re)buscar o passado e o presente para o futuro da humanidade. Implica, outrossim, em resguardar a História dessa humanidade e o momento político-social de sua vivencia por meio das representações e significações - estes são os seus significados.
Os monumentos e documentos são as próprias expressões das ações de um povo, ou de um grupo social, de uma raça e de uma nação, bem como o congelamento de suas abstrações e as artes, em suas várias modalidades, servem para petrificar os seus pensamentos e as suas vontades.

Quer dizer, todo o conceito de imagem e de representação perpassa a cultura da pessoa humana, pois será mediante os significantes - imagens e palavras - que o individuo, dentro da cultura em que está inserido, vai decidir a sua contribuição/atribuição no mundo.

Fiz uma resenha do capítulo 6 da obra Los Derechos humanos: um proyecto en construción de autorias de GOÑI, José Antonio Baigorri; PÉREZ, Muis Maria Cifuentes; CAMPOS, Pedro Ortega; MARTIN, Jesús Pichel; GARCIA, Víctor Trapiello para chegar à seguinte conclusão: o tema trata da tolerância fazendo abordagens sob vários aspectos. Assim, a tolerância como valor moral, diferenciando inclusive o uso do vocábulo tolerar algo ou alguém, que refere-se ao fato de tolerar algo ou alguém por tratar-se de inexistência de oposição, ou seja, se tolera algo ou alguém porque não há outra saída, como se fosse inevitável, teríamos que tolerar pessoas que pensam e agem de forma diferente, e, neste caso, a tolerância não pode ser vista como uma virtude, pois não se respeita as diferenças.

Para ser virtude e se converter em algo positivo é necessário se aceitar as diferenças culturais, de opinião, crenças, e formas de vida diferentes daquelas que temos ou praticamos, pois quando se trata de ações morais, políticas e culturais, não existe uma única e definitiva verdade. Deve-se ter aceitação consciente e positiva das diferenças que permeiam as ações das várias culturas, morais e políticas humanas, para somente assim a tolerância ser uma virtude.

Como virtude política, a tolerância deve ser alvo de constantes estudos, principalmente porque se trata de virtude moral reconhecida e explicita nas Declarações Universais dos Direito Humanos. Nos últimos anos muito se tem escrito a respeito da tolerância, principalmente no aspecto político uma vez que as sociedades democráticas de direito, ou que assinaram a Convenção de Direitos Humanos buscam, exigem e mantêm seus sistemas de convivência graças à aceitação consciente das diferenças culturais que permeiam sua realidade social.

Assim a preocupação é constante porque somente a prática da tolerância pode garantir a continuidade da vida, da saúde, do bem estar, do amor fraternal, da paz social, da solidariedade, dentre outras.

Mas a tolerância apesar de ser reconhecida como valor moral/universal e virtude extremamente necessária à ordem pública, Para se definir claramente o que é a tolerância, seus limites e como por em prática na vida cotidiana e especialmente no Irã em favor dos cidadãos Bahá’ís que vivem naquele país faz-se necessário compreender seu alcance e profundidade.

A respeito da evolução histórica da tolerância há de se enxergar que a humanidade sempre viveu fases diferentes de sua realidade histórica muitas vezes marcadas por guerras, derramamentos de sangue, dor, vergonha, abjeção, humilhação repúdios e tudo isso porque alguns seres humanos se acham melhores que outros, além de detentores da vida, saúde e liberdade de seu semelhante.

Muito há para se fazer a respeito do tema tolerância e é certo que sobre seus limites há várias opiniões diferentes. Mas a verdade é que na atualidade o ponto de partida para o estudo e definição sobre as questões dos limites da tolerância é a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 que serve como referência para a decisão sobre uma conduta ser ou não aceita pela sociedade humana e humanitária. Foi com o fim da 2ª Grande Guerra que se descobriu que o genocídio contra judeus, ciganos, negros, homossexuais e diferentes de uma forma geral havia se instalado no governo do ditador Hitler.

Neste caso repudia-se toda e qualquer espécie de perseguição ao povo Bahá’í, no Irã ou em qualquer lugar do mundo, pois possuem o direito de pertencer ao seu povo e à nação na qual nasceu ou queira se integrar, pois além de tudo, é um (a) cidadão (ã) do mundo, detentor de todos os direitos e garantias à sua vida, saúde, liberdade, propriedade, expressão artística e intelectual, dentre outras.
Chega de perseguição, de toda a espécie, ao ser humano que se declare Bahá’í. A paz entre os seres é possível na medida em que uns sejam tolerantes com os outros e isso pressupõe respeito ao outro e as diferenças que o cerca.

Dra.Gildeneide dos Passos Freire
Conselheira do Parlamento Mundial de Segurança e Paz
Membro da Comissão de Direitos Humanos

Missionária CONAMAD - 1994. Membro do Fórum Goiano de Mulheres - AMB - 2005. Membro da Comissão de Direitos Humanos, Acesso a Justiça e Direitos Sociais da OAB - 2007. Advogada Honorária da República Dominicana - 2006. Pesquisadora do Centro Interdisciplinar de Estudos África-Américas da UEG - 2006. Pesquisadora do Centro de Excelência do Sistema Prisional, CESEPE - GIPEPE, Secretaria de Segurança Pública - GO. Professora de Direitos Humanos, Constitucional e Administrativo da PM; CBM; GEPC e CESEP da SAESP-GO - 2001. Profa. da Guarda Municipal/Fundação Tiradentes. Doutoranda, Suficiente Investigadora em Direito Internacional Público e Relações Internacionais, Universidade Pública de Extremadura, ES - 2002. Alta Comissária de Direitos Humanos do Parlamento Mundial de Seguranca e Paz - 2008. Professora de Direitos Humanos e Juiza Arbitral do Tribunal de Justiça Arbitral do Mercosul - 2008. Membro do Grupo de Mulheres Negras Malunga - 2008.

Assinam esta carta conjuntamente:


-Grupo de Trabalho pela Paz da Prefeitura de Goiânia
-Comitê Gestor de Direitos Humanos
-Assessoria Especial de Políticas para Igualdade Racial da Prefeitura de Goiânia
- (APNs) Agentes de Pastoral Negros
-CENEG Centro de Cidadania Negra do Estado de Goiás
-Coordenação Nacional de Entidades Negras
-CACUNE Casa de Cultura e comunidades Negras de Goiânia e Góias
-Ordem dos Advogados do Brasil em Goiânia
-Fórum Goiano de Mulheres
-Comissão de Direitos Humanos da OAB de Goiânia
- URI-GOIÁS Iniciativa das Religiões Unidas
- CONAMAD-FAMA Assessoria de Comunicação das Mulheres Evangélicas da (Assembléia de Deus)
-Representação do Conselho do Parlamento Mundial da Paz
- Grupo de Mulheres Negras Malunga
- Maçonaria Grande Oriente de Goiás
-Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo
-Secretaria Municipal de Esporte e Lazer
-CONEN – Coordenação de Entidades Negras
-UNIPAZ-Goiás
-CANBENAS Coletivo de Estudantes Negras/os Beatriz Nascimento
-Nação Maria Retalho
-CONEN Coordenação Nacional de Entidades Negras
CEEDH-GO Comitê Estadual de Educação em Direitos Humanos de Goiás
-Secretaria de Combate ao Racismo do Partido dos Trabalhadores
-Associação de Mulheres Deficientes Surdas e Mudas do Estado de Goiás
-IFÁ Instituto de Pesquisa Herdeiros de IFÁ
-AJAH Associação de Jovens e Adolescentes pela Habitação
-Grupo de Mulheres Negras Dandara do Cerrado
-Associação Pró- melhoramento do Setor Estrela Dalva em Goiânia

Uma lista anexa de assinaturas de instituições e pessoas da sociedade civil em defesa dos bahá’ís presos no Irã será anexada aos documentos que serão enviados para a Comissão de Direitos Humanos da OAB de Goiânia, para o Parlamento Mundial da Paz, outros órgãos de Direitos Humanos.


A Carta de Repúdio à perseguição, sob todas as formas, aos Baháís do Irã, foi impressa para ser distribuída em outros seguimentos e reuniões da Prefeitura de Goiânia.




"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"
-Bahá'u'lláh-


Em Goiânia: Relatório do Ato Público de Solidariedade pela Vida dos Bahá’ís Presos no Irã






Aconteceu no dia 04 de fevereiro de 2010 no Auditório da Assessoria Especial de Políticas para Igualdade Racial ASPPIR no prédio do PROCON Municipal de Goiânia, um Ato Público de Solidariedade pela Vida dos Bahá’ís Presos no Irã, coordenado pelo Grupo de Trabalho pela Paz da Prefeitura de Goiânia. O ato foi coordenado pelo grupo após o assessor da ASPPIR Sr. José Eduardo da Silva ter tido conhecimento na última terça-feira dia 02/02, sobre a questão do julgamento dos sete bahá’ís presos no Irã através da Sra. Catarina Cavalcante de Jesus, representante da Secretaria de Ações com a Sociedade e do Governo da Comunidade Bahá’í do Brasil em Goiânia e faz parte do GT da Paz Municipal.

Ela lhe contou sobre as duas ações que aconteceriam em São Paulo e Brasília simultaneamente, e ele propôs que fossem e cinco pessoas para Brasília em solidariedade aos bahais do Irã. Catarina lhe propôs que ele ficasse a vontade para fazer esta mesma ação em Goiânia, José Eduardo que há muito tempo é amigo dos bahá’ís da comunidade de Goiânia muito emocionado e consternado pela situação dos bahais no Irã prontamente tomou a iniciativa de coordenar em parceria com todas as instituições ligadas a Assessoria Especial de Políticas para Igualdade Racial, sendo que a coordenação seria feita pelos membros do GT da Paz, assim foi uma corrida sem tréguas para que tudo acontecesse a tempo em menos de dois dias. Imaginem as estratégias usadas para conseguir envolver todas as instituições e pessoas citadas abaixo no evento.

A história da prisão e do julgamento dos bahá’ís no Irã comoveu a todos que na grande maioria nunca tinham ouvido falar da Fé e nem da perseguição as bahá’ís. Durante os dias da organização do evento, muitas pessoas comovidas pelo caso diziam que se arrepiavam todas ao negociarem a organização do evento por via telefone ou e-mails, por estarem envolvidos em uma ação de amor ao próximo por tamanha barbárie e atrocidades existentes nos dias atuais. Só víamos pessoas de credos diferentes, sentados ao computados, ou ao telefone convidando pessoas e instituições e preparando uma riqueza de documentos para ajudar na libertação dos sete bahá’ís presos condenados ao julgamento no próximo dia 07 de fevereiro. Uma carta oficial e convite com a foto destes bahá’ís começou a circular via e-mail para centenas de pessoas, em Goiânia, Goiás, Brasil e internacionalmente, segundo o depoimento de uma representante de uma instituição Maria Retalho apoiadora do evento, disse que o Sacerdote da Religião Tradicional africana de IFÁ Sr. Awofa Ifakemi enviou em seus sites, a carta e o convite em sua lista de contatos a nível internacional.

A coordenação do GT da Paz pediu que eu preparasse um ambiente dentro dos princípios bahá’ís, com símbolos, livros e folhetos e com um momento especial de espiritualidade segundo a tradição da Fé, para que as pessoas que não conheciam fé e o caso da perseguição aos bahá’ís, pudessem conhecer melhor sobre o assunto e se familiarizarem com a ação e para que a mesma tivesse um efeito positivo na libertação e na vida dos bahá’ís presos.

Assim preparei a mesa central, com um forro florido, um jarro iraniano feito de pedrarias, uma vela perfumada acesa, cercada de flores diversas representando a diversidade humana, incenso, sete rosas vermelhas foram colocadas no jarro representando cada um daqueles sete bahá’ís. Livros sobre a “Questão Bahá’í A Humanidade Ferida do Deputado Paulo Delgado. Vários quadros com simbolismos dos princípios bahá’ís foram,expostos no ambiente, para que as pessoas pudessem defender uma causa que conhecessem e soubessem porquê os bahá’ís estavam presos.Injustamente! Desde o momento da preparação do ambiente pessoas ligadas a outras atividades da prefeitura se dispuseram a organizar o auditório e questionava o tempo todo o porquê destes bahá’ís estarem presos e ficavam indignados com esta atitude, pois os mandamento da Bíblia diz: “Amai-vos uns aos outros”. Preparei três músicas das invocações sagradas em língua persa que foram tocadas em vários momentos, desde antes de começar o evento, para que o ambiente ficasse com um clima sagrado, as músicas foram, Alahoma, Yá Bahá'u'l-Abhá, Yá Bahá'u'lláh.

Iniciamos a reunião com boas vindas pela coordenação do GT da Paz, Srta. Joelma Cristina Gomes, Chefe de Gabinete e do Assessor da ASPPIR Sr. José Eduardo falou da importância da caminhada em prol da defesa dos Direitos Humanos e deste ato de humanidade em favor dos bahá’ís do Irã.

A palavra foi passada para Sra. Catarina Cavalcante de Jesus e Dona Zia Pehzeskzad que falaram sobre a Fe Baha’i que para a humanidade uma nova consciência sobre a igualdade de direitos entre homens e mulheres; busca pela verdade; eliminação de todas as formas de preconceitos; investigação independente da Verdade; resolução espiritual dos problemas econômicos; Bahá’u’lláh (Glória de Deus), bahá’ís (seguidores da Gloria); fez uma entoação sagrada com cântico Yá Bahá'u'l-Abhá, logo após apresentou dona Zia que veio do Irã para Brasil – Goiás- Goiânia, falou sobre o mundo como uma família, pois somos filhos do mesmo Deus; falou da necessidade do não preconceito, trabalhar pela paz mundial, falta amor no mundo, primavera de mundo alcançamos a paz quando damos valor a mulher, nosso futuro através de mãe inteligente e mais paz no mundo.

Dr. Alexandre Prudente Marques, Presidente da Comissão de Direitos Humanos OAB-Goias, disse ainda temos países que a protesto de questões religiosas ainda se pratica perseguições desumanas e que em outros países e mesmo no Brasília há perseguições e discriminações diversas a grupos minoritários, muito emocionado, ele disse conhecer o caso dos bahá’ís dom Irã através de um processo que está na Comissão de direito humanos da OAB de Goiânia, que o processo tramita na comissão e foi à defesa dos bahá’ís foi aprovado por unanimidade dentro da comissão.

Dra. Gildeneide dos Passos Freire, Conselheira do Parlamento Mundial da Paz, membro da comissão de Direitos Humanos da OAB de Goiânia, delineia sobre seu conhecimento da perseguição, aos bahá’ís do Irã desde a época que o processo com uma petição foi encaminhada para a OAB. Ela acompanha e estuda esta questão desde o ano de 2007, quando lhe foi apresentada a história sobre a questão bahá’is do Irã. Falou sobre os 57000 Bahá’ís estabelecidos no Brasil, disse não estar falando de uma religião em si mais sim da liberdade de expressão e direito de escolha pessoal de uma religião e que mesmo com a convenção dos Direitos Humanos ainda milhares de Judeus foram assassinados, falou sobre os horrores do Holocausto.

Continuou a falar das terríveis perseguições inaceitáveis aos bahá’ís do Irã, sobre a destruição dos lugares sagrados e símbolos da fé, que são a identificação de um povo e de uma comunidade. Mostrou ainda a perseguição as minorias de diversos seguimentos na sociedade humana onde seus direitos são desrespeitados, sua indignação também foi principalmente por ver ali naquele grupo dos sete bahá’ís duas mulheres condenadas a julgamento por sua escolha de fé. Falou sobre a necessidade de respeito e de tolerância e que a tolerância pressupõe a aceitação do outro como ele é, leu a resenha que fez de livros e de seus escritores.Sua fala emocionante contagiou a todos e disse; não podemos aceitar nenhuma espécie de discriminação, chega de perseguição aos diferentes e as minorias.

Na ocasião ela leu uma carta que redigiu, para que as instituições presentes no ato público de solidariedade pela vida aos bahá’ís presos no Irã pudessem assiná-la enviar para a Comissão de Direitos Humanos para que seja anexada ao processo que tramita ali e para todos os contatos pessoais e de todas as instituições coordenadoras e apoiadoras desta ação. Chamada de “Carta de Repúdio à perseguição, sob todas as formas, aos Baháís do Irã.”

Dr. Aluísio Gurgel Acosta, advogado em causas cíveis e criminais, contextualizou o que estava ocorrendo ali naquele momento em relação aos Bahais presos no Irã, estava ocorrendo em várias cidades do Brasil, no dia de hoje, manifestações de repúdio ao julgamento dos Bahais no Irã, estas questões implicam em questões de etnia, falou sobre o principio da UNIDADE, Disse que os Bahais estavam ali para discernir sobre o pensamento religioso o que foi revelado nos livros sagrados.

Falou sobre os abusos que são cometidos por governos, dizendo-se que esta é a vontade de Deus, que as diferenças são criadas pela mente humana e não por Deus, matéria prima que nos leva a crer, que é o impulso pela fé. Que o homem precisa crer que a vida será boa, será melhor; a religião é um fenômeno para se chegar a crer na existência de uma vida melhor após esta. A religião é o melhor canal para se levar ao impulso da discriminação, da necessidade de transcender, é o que busca um jovem quando usa drogas, pois há falta de ideologia no mundo. Portanto tem uma necessidade de crer, procuramos a transcendência, é uma característica inerente ao ser humano.

Srta. Joelma Cristina Gomes– fez a apresentação das entidades que coordenaram e que apoiaram e assinaram uma lista de assinatura de Apoio a Defesa e Libertação dos Bahá’ís Presos no Irã deste ato público de solidariedade e deu oportunidade de dois minutos para que os representantes de algumas instituições pudessem falar sobre seu sentimento.

Fizeram uso da Palavra de encerramento: Dra. Genivalda Cravo –Representante da URI- Nacional e membro fundadora da URI-Goiás (lembrou que as matrizes africanas no Brasil, também são discriminados em nosso pais; Sra. Isabel Cristina (Secretaria Regional de Igualdade Racial do Partido dos Trabalhadores – Goiás) propôs a realização de um grande Ato contra a intolerância Religiosa; Valkíria Fernandes(Comunidade Herdeiros de Ifá – Culto Africano) Cicatriz ser mulher, ser negra, ser de religiões não tradicionais, etc; Lucia Helena (CONEN – Coordenação de Entidades Negras): disse que o Cônsul disse que o que está acontecendo no Haiti é por causa de macumba...; Dona Vera Balbino (associação das mulheres surdas) falou da necessidade de tradutor Libras nas reuniões.

Dois fatos me chamou muito a atenção.

Ao organizar o auditório para a reunião, com a ajuda de pessoas voluntárias , a Sra. Valkíria Fernandes de Carvalho Representante da Nação Maria Retalho,estava conversando com uma amiga e ao me aproximar me perguntou se o vaso que eu havia colocado na mesa com símbolos místicos da Fé era para uso de cerimônia sagrada na Fé Bahá’í, eu disse que não; era simplesmente uma peça feita à mão, uma arte da cultura iraniana daquele país e que Dona Zia havia emprestado para o evento. Ela nos disse então que estava impressionada com um fato que lhe aconteceu. Que por curiosidade de conhecer de perto o simbolismos ali expostos ela se aproximou do vaso que continha sete rosas vermelhas simbolizando os sete bahá’ís presos, ela colocou a mão no vaso e no momento ela sentiu seu corpo se arrepiar da cabeça aos pés, e que ela só de nos contar estava se arrepiando todinha o tempo todo, e que ela sentia que ela tinha uma ligação muito forte com o Irã e com aquele momento que ela estava vivenciando, como se fosse um filme que passava em sua mente mas ela não conseguia entender. Eu disse para ela que para mim isto era positivo em relação a nossa ação em defesa dos bahá’ís do Irã.

No final da reunião, ela me questionou novamente sobre os princípios da Fé Bahá’í, de suas leis se existia leis, sobre a espiritualidade e como eram realizadas nossas reuniões se havia um líder na comunidade, eu lhe expliquei rapidamente como era. Eu lhe disse que enviaria materiais para que ela estudasse esse inteirasse sobre a história da Fé e seus princípios, ela agradeceu, me pediu que eu para ela as três músicas das invocações sagradas em língua persa que foram tocadas em vários momentos do evento, Alahoma, Yá Bahá'u'l-Abhá, Yá Bahá'u'lláh.

Outro fato hoje pela manhã ao conversar via telefone com o Sr. Carlos César Cunha – Secretário de tecnologia da ASPPIR, ele me disse ter ficado impressionado com a história sobre a perseguição aos bahá’ís do Irã, e que ele depois foi assistir o vídeo 300 Mil Vozes e ficou chocado com as imagens de violência na morte dos bahá’ís daquele país, então ele fez uma busca na internet e foi estudar sobre esta perseguição, e que na opinião pessoal dele a ONU precisaria tomar medidas mais enérgicas com relação à transgressão dos direitos humanos que acontecem aos bahá’ís no Irã, cortando todas as relações dos países com o governo do Irã, entre outros comentários que feito indignado com a história da perseguição dos bahá’ís do Irã.


Coordenadores do evento:
Grupo de Trabalho pela Paz da prefeitura de Goiânia

*José Eduardo da Silva - Assessor de Promoção da Igualdade Racial
*Joelma Cristina Gomes– Chefe de Gabinete
*Neuza Maria – Coordenadora do Programa de ações afirmativas
*Cláudio Roberto dos Santos – Assessor de Comunicação
*Carlos César Cunha – Secretário
*Manoela Augusta da Silva - Assessora de Comunicação
*Donizete – Secretário do Programa de Ações Afirmativas
*Catarina Cavalcante de Jesus- Membro do GT da Paz e da URI - Goiás-Iniciativa das Religiões Unidas.

Instituições coordenadoras e apoiadoras do evento:

-Grupo de Trabalho pela Paz da Prefeitura de Goiânia
-Comitê Gestor de Direitos Humanos
-Assessoria Especial de Políticas para Igualdade Racial da Prefeitura de Goiânia
- (APNs) Agentes de Pastoral Negros
-CENEG Centro de Cidadania Negra do Estado de Goiás
-Coordenação Nacional de Entidades Negras
-CACUNE Casa de Cultura e comunidades Negras de Goiânia e Góias
-Ordem dos Advogados do Brasil em Goiânia
-Fórum Goiano de Mulheres
-Comissão de Direitos Humanos da OAB de Goiânia
-URI-GOIÁS Iniciativa das Religiões Unidas
-CONAMAD-FAMA Assessoria de Comunicação das Mulheres Evangélicas da (Assembléia de Deus)
-Representação do Conselho do Parlamento Mundial da Paz
- Grupo de Mulheres Negras Malunga
- Maçonaria Grande Oriente de Goiás
-Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo
-Secretaria Municipal de Esporte e Lazer
-CONEN – Coordenação de Entidades Negras
-UNIPAZ-Goiás
-CANBENAS Coletivo de Estudantes Negras/os Beatriz Nascimento
-Nação Maria Retalho
-CONEN Coordenação Nacional de Entidades Negras
CEEDH-GO Comitê Estadual de Educação em Direitos Humanos de Goiás
-Secretaria de Combate ao Racismo do Partido dos Trabalhadores
-Associação de Mulheres Deficientes Surdas e Mudas do Estado de Goiás
-IFÁ Instituto de Pesquisa Herdeiros de IFÁ
-AJAH Associação de Jovens e Adolescentes pela Habitação
-Grupo de Mulheres Negras Dandara do Cerrado
-Associação Pró- melhoramento do Setor Estrela Dalva em Goiânia

*Agradecimentos especiais a todos os que se dedicaram com carinho e esmero na organização do evento:

*José Eduardo da Silva - Assessor de Promoção da Igualdade Racial
*Joelma Cristina Gomes– Chefe de Gabinete
*Neuza Maria – Coordenadora do Programa de ações afirmativas
*Cláudio Roberto dos Santos – Assessor de Comunicação
*Carlos César Cunha – Secretário
*Manoela Augusta da Silva - Assessora de Comunicação
*Valkíria Fernandes de Carvalho

Entre pessoas representantes de instituições, sociedade civil e funcionários de outras áreas da Prefeitura de Goiânia, costa registrados nesta carta ou na lista de assinaturas em anexo, em defesa dos bahá’ís no Irã, foram cerca de 50 participantes pelo Ato Público de Solidariedade pela Vida dos Bahá’ís Presos no Irã.

Uma lista de assinaturas de instituições e pessoas da sociedade civil em defesa dos bahá’ís presos no Irã será anexada aos documentos que serão enviados para a Comissão de Direitos Humanos da OAB de Goiânia, para o Parlamento Mundial da Paz, outros órgãos de Direitos Humanos.

A Carta de Repúdio à perseguição, sob todas as formas, aos Baháís do Irã, foi impressa para ser distribuída em outros seguimentos e reuniões da Prefeitura de Goiânia.


Atenciosamente,


Catarina Cavalcante de Jesus.
Membro Fundador da URI-Goiás
Membro do Grupo de Trabalho pela Paz da Prefeitura de Goiânia






"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"
-Bahá'u'lláh-


4 de fev de 2010

Julgamento de Bahá ís mobiliza o mundo



No Brasil três capitais estarão realizando atos de solidariedade e orações em favor da vida das sete lideranças bahá'ís presas por acusações infundadas desde o mês de maio de 2008.

A religião Bahá í surgiu na antiga Pérsia e atualmente possui cerca de 7 milhões de adeptos espalhados em mais de 170 países. No Brasil, a Comunidade Bahá í está presente há quase um século e conta com cerca de 57.000 praticantes. Contudo, em alguns países como no Egito e no Irã, os bahá ís são perseguidos.

No Irã, desde a fundação da Fé Bahá'í em 1844, os bahá ís sofrem perseguições, pois não podem manifestar sua religião abertamente, tem suas casas saqueadas e não consegue ter acesso a serviços como educação e até mesmo trabalho. Além disso, muitos praticantes são presos sumariamente e outros, desapareceram ou foram mortos.

Ressalta-se que desde a Revolução dos Aiatolás o povo iraniano sofre consideravelmente, mesmo aqueles que professam a fé islâmica entre outras fé. Nesse clima de intolerância religiosa, no próximo dia 7 de fevereiro, sete líderes bahá ís serão julgados pela Corte Revolucionária do Irã, conforme a lei de sharia. No último dia 28, dois dissidentes já foram executados pela corte. Diante dessa situação, representantes de organizações civis e de defesa de direitos humanos no Brasil pleiteiam a presença de observadores independentes durante o julgamento e organizam um ato de solidariedade e apelo pela vida dos líderes bahá ís, que será realizado no dia 4 de fevereiro, em São Paulo, Brasília e Goiânia.

Uma carta oficial de repúdio contra a prisão dos bahá'ís solicitando a liberdade destes foi feita pela Dra.Gildeneide dos Passos Freire, Alta Comissária de Direitos Humanos do Parlamento Mundial de Segurança e Paz e Juíza Arbitrária do Mercosul, entre outros documentos serão entregues ao Presidente da comissão de direitos Humanos da OAB doutor Alexandre Prudente Marques que entregará ao presidente do Brasil Luís Inácio Lula da Silva para encaminhar a mesma ao presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que conta com as assinaturas de outros representantes de várias instituições ligadas aos direitos humanos em Goiânia e Estado de Goiás.


Realização:
-Assessoria Especial de Políticas para Igualdade Racial
-Grupo de Trabalho pela Paz da Prefeitura de Goiânia
-Agentes de Pastoral Negros (APNs)
-Coordenação Nacional de Entidades Negras
-CACUNE Casa de Cultura e comunidades Negras de Goiânia e Goiás
-Ordem dos Advogados do Brasil em Goiânia
-Comissão de Direitos Humanos em Goiânia
-URI-GOIÁS Iniciativa das Religiões Unidas
-Maçonaria Grande Oriente de Goiás

Convidados

-UNIPAZ Goiás
-Forúm Goiano de Mulheres
-Asembléia Legislativa de Goiânia ( Direitos Humanos)
-Representação do Ministério Público Federal
-SEMIRA Secretaria de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial
-DANDARA Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado

Dia: 04 de fevereiro de 2010
Horário: 16:00 às 17:00
Local: Tocantins nº 191 Centro, prédio do Procon municipal no auditório da Assessoria Especial de Políticas para Igualdade Racial


A questão dos direitos humanos e da tolerância religiosa é fundamental para o deslinde deste caso. Aliás, interessante citar um ensinamento da Fé Bahá í “... somos as folhas e os ramos de uma mesma árvore... as gotas de um único mar...".

Atenciosamente

Catarina Cavalcante de Jesus.
Membro Fundadora da URI/Goiás Iniciativa das Religiões Unidas



Programação do Ato Público de Solidariedade pela Vida dos Bahá’ís no Irã


16h as 16:08 - Abertura

José Eduardo da Silva – Assessoria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial

16:08 às 16: 23 -
Cerimônia Bahá’i
Catarina Cavalcante e Dona Zia Pehzeskzad

16:23 às 16: 33 -
Pronunciamento do Presidente da Ordem dos Advogados e da Comissão de Direitos Humanos
Dr. Alexandre Prudente Marques

16:33às 16: 50 - Apresentação do Levantamento dos Bahais e da Fé Bahá'í no Irã
Juíza Arbitrária do Mercosul e Membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB de Goiânia
-Dra. Gildeneide dos Passos Freire

16:50 às 17:00 -
Apresentação do vídeo 300 Mil Vozes


17:00 às 17:15 -
Espaço livre de 2 minutos para representantes de instituições possam falar sobre a questão da liberdade religiosa

17: 15
Encerramento



"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"
-Bahá'u'lláh-


31 de jan de 2010

Comunidade Bahá'í do Brasil faz doação ao povo do Haiti

30/1/2010 14:59:27

Na quinta-feira, dia 21 de janeiro, a Comunidade Bahá'í do Brasil fez uma doação no valor de R$5.400,00 para as vítimas do terremoto no Haiti. O dinheiro foi transferido eletronicamente para o Corpo Continental de Conselheiros para as Américas, instituição responsável pelo acompanhamento das comunidades bahá'ís nacionais das Américas.

Tão logo houve o terremoto, dois Conselheiros foram enviados ao Haiti para verificar as necessidades da Comunidade Bahá'í local e prestar auxílio à população em geral. Felizmente o número de membros da comunidade bahá'í vítimas da catástrofe foi pequeno. A Comunidade Bahá'í haitiana usará a doação recebida para amparar seus compatriotas.

Fonte:Agência Bahá'í de Notícias


"A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos"
-Bahá'u'lláh-


30 de jan de 2010

Detenção de 10 bahá’ís gera temor por outros prisioneiros


27 de janeiro (BWNS) – Cresce a preocupação devida à falta de informação sobre os 10 bahá’ís que foram detidos no início deste mês no Irã.

Além da preocupação pela sua segurança, há receio de que as acusações contra esses 10 sejam usadas para criar falsas evidências no tribunal contra os sete líderes bahá’ís, presos desde 2008, cujo julgamento está marcado para 7 de fevereiro.

"Nossa preocupação é que na ausência de qualquer evidência contra os 7 líderes, as autoridades iranianas possam estar tentando forjar um caso, talvez forçando esses 10 bahá’ís recém detidos a ‘confessarem’ um suposto envolvimento na organização das demonstrações da Ashura, em dezembro, sob a direção de sua ‘liderança’", disse Bani Dugal, a principal representante da Comunidade Internacional Bahá’í nas Nações Unidas.

“Quaisquer alegações desse tipo são absurdas, já que os 7 líderes estão na prisão há quase dois anos”, disse ela.

Desde sua detenção em 3 de janeiro, declarações da mídia controlada pelo estado iraniano afirmaram que os 10 possuíam armas e munições em suas casas como parte de um plano contra o governo durante as manifestações de dezembro.

Os 10 praticamente desapareceram dentro do sistema de detenção, disse a Sra. Dugal.

Embora não se saiba se qualquer um desses 10 de fato estiveram presentes nas manifestações da Ashura, qualquer sugestão de que eles tenham participado da organização desses eventos ou que possuíam armas para serem usadas contra o governo é completamente sem fundamento, disse ela.

"Nas três semanas desde que esses bahá’ís foram detidos, suas famílias não tiveram qualquer contato com eles, a não ser uma breve mensagem telefônica a um familiar em 11 de janeiro."

Embora as famílias não terem podido contatar os 10, soube-se que eles foram transferidos recentemente para a prisão de Gohardasht em Karaj.

“Recentemente, um companheiro de cela de alguns dos prisioneiros bahá’ís foi libertado e esse indivíduo informou as famílias sobre essa transferência”, disse a Sra. Dugal. "Não sabemos exatamente o que isso significa, mas sabemos que as famílias tentaram levar roupas e dinheiro aos prisioneiros. O dinheiro foi aceito pelas autoridades em Karaj, mas as roupas não."

Os 10 bahá’ís que foram detidos em 3 de janeiro são: a Sra. Leva Khanjani, neta do Sr. Jamaloddin Khanjani, um dos 7 líderes bahá’ís, e seu marido, o Sr. Babak Mobasher; o Sr. Artin Ghazanfari e sua esposa, Sra. Jinous Sobhani, antiga secretária de Shirin Ebadi, Prêmio Nobel e defensora dos direitos humanos; o Sr. Mehran Rowhani e o Sr. Farid Rowhani, que são irmãos; o Sr. Payam Fanaian; o Sr. Nikav Hoveydaie; e o Sr. Ebrahim Shadmehr e seu filho, o Sr. Zavosh Shadmehr.

Em 12 de janeiro, a acusação formal dos 7 líderes bahá’ís foi apresentada na 28ª. Vara da Corte Revolucionária em Teerã.

De acordo com relatos da mídia patrocinada pelo governo, os 7 foram acusados de espionagem, atividades de propaganda contra a ordem islâmica, o estabelecimento de uma administração ilegal, cooperação com Israel, envio de documentos secretos para fora do país, ação contra a segurança do país, e corrupção na terra.

No tribunal, os réus expressamente negaram todas essas acusações.

A Sra. Dugal disse que há indícios de que o juiz deu a entender que a próxima sessão do julgamento, em 7 de fevereiro, será aberta e que a presença das famílias será permitida. A primeira sessão da corte foi fechada ao público.

Os 7 "líderes" são: a Sra. Fariba Kamalabadi, o Sr. Jamaloddin Khanjani, o Sr. Afif Naeimi, o Sr. Saeid Rezaie, a Sra. Mahvash Sabet, o Sr. Behrouz Tavakkoli, e o Sr. Vahid Tizfahm.

Este grupo de 7 e os 10 bahá’ís detidos em 3 de janeiro estão entre centenas de bahá’ís que foram detidos na contínua perseguição aos bahá’ís – uma campanha sistemática cuja severidade vem crescendo nos últimos anos.

Para ver o artigo original em inglês com as fotos acesse: http://news.bahai.org/story/751

Fonte: Secretaria Nacional de Ações com a Sociedade e o Governo - SASG às 2:15 PM 0


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-Bahá'u'lláh-


Evento no Ibirapuera: solidariedade às lideranças bahá'ís presas em Teerã

Em uma movimentação inédita em defesa das lideranças bahá'ís que serão julgados no Irã no dia 7 de fevereiro, foi marcado um encontro no viveiro Manequinho Lopes, no Parque do Ibirapuera em São Paulo, pelo Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz (Conpaz), a United Religions Intitiative (URI), Rede de Ação pela Paz, a Frente pela Liberdade no Irã, a Secretaria de Direitos Humanos e a Secretaria Municipal do Meio Ambiente de São Paulo.

Essa é uma iniciativa independente com vistas à proteção dos bahá'ís no Irã e partiu de uma corrente de e-mails entre líderes religiosos, capitaneada pelo Secretário do Verde e do Meio Ambiente do Município de São Paulo, Eduardo Jorge.

Na ocasião, a Comunidade Bahá'í de São Paulo realizará orações pelos sete bahá'ís que irão a julgamento em 7 de fevereiro, assim como pelos dez bahá'ís presos em 3 de janeiro de 2010 no Irã, acusados de se evolverem com as manifestações contra o governo no feriado sagrado da Ashura. Outras comunidades locais realizarão reuniões de orações no próprio dia 7 de fevereiro.

As orações oferecidas pelos bahá’ís em todo o mundo têm sido uma constante fonte de conforto e apoio para os antigos membros do Yarán, os quais têm suportado sua longa provação com heróica firmeza e paciência. A Comunidade Bahá'í do Brasil agradece imensamente a iniciativa e conta com a participação da população de São Paulo e arredores.

A laranjeira do Ibirapuera foi plantada em novembro de 2008, numa cerimônia simbólica que atraiu pessoas de todas as religiões. À época, Eduardo Jorge fez um caloroso elogio aos princípios de amor e unidade de todo o gênero humano promovidos pela Comunidade Bahá'í e agradeceu aos iranianos “que vieram ao Brasil trazer essa mensagem e essa 'semente' maravilhosa”.

Agende-se:

Solidariedade aos Líderes Bahá'ís

4 de fevereiro de 2010

UMAPAZ - Parque do Ibirapuera - São Paulo

(clique aqui para acessar o mapa)

Maiores informações: (11) 3085 4628

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24 de jan de 2010

Agrupamento Gurupi discute plano de crescimento


Agrupamento Gurupi discute plano de crescimento
19/1/2010 14:39:28





Discutir as estratégias para colocar em prática o plano intensivo de crescimento para a região sul de Tocantins, foi o foco principal da reunião do Agrupamento Gurupi, realizada na tarde do último dia 03 de janeiro, na Chácara Estância Casa Branca, e que teve como anfitriã, a senhora Ednéa Rezende, Delegada da Assembléia Espiritual do Tocantins.

Com a presença do Membro do Corpo Auxiliar, Pejman Samoori e de sua esposa, a coordenadora do Instituto da região, Neryangela Samoori, a reunião contou com a participação de mais de 50 pessoas, algumas, vindas da zona rural, onde os Bahá’ís de Gurupi desenvolvem um trabalho inovador.

Na oportunidade, Pejman Samoori fez uma explanação sobre crescimento do Agrupamento Gurupi, mas lembrou sobre a necessidade da junção de forças para consolidar ainda mais o trabalho que já vem sendo desenvolvido nos últimos anos. A meta, agora, segundo Samoori, é levar os preceitos da Fé Bahá’í também às cidades circunvizinhas: Dueré, Aliança, Formoso do Araguaia, Cariri do Tocantins, Sucupira, peixe e Figueirópolis.

A Delegada da Assembléia Espiritual do Tocantins, Ednéa Rezende fez questão de destacar que os Bahá’ís trabalham para a efetivação da unidade mundial e a concretização da paz no mundo, por meio de uma mudança de atitude entre os povos. “Estamos felizes porque o trabalho que estamos desenvolvendo aqui em Gurupi, além de ser uma tarefa gratificante vem se convertendo em excelentes resultados”, finalizou.


FONTE:ABEN

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Escola de Outono da Região Sul

19/1/2010 14:53:18


Queridos Amigos da Região Sul,

O Conselho Regional Sul está organizando a 1ª Escola Bahá’í de Temporada para a Região Sul, que abrange os Estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, a ser realizada no Outono de 2010, nos dias de 2, 3 e 4 de Abril, no Centro de Eventos Marista (CAJU), situado em Porto Alegre/RS.

A Escola terá uma programação especialmente preparada para toda a família, com temas abrangentes a todos e também alguns específicos para os jovens e pré-jovens. Para as crianças teremos também uma programação especial com atividades de lazer e também com muita aprendizagem com assuntos do tamanho certo para esta faixa etária. O evento contará também com a ajuda de uma profissional na área de Recreacionista Infantil.

Teremos a participação de nossos queridos amigos: Sr. Shapoor Monadjem, Membro da Assembléia Espiritual Nacional, Sr. Neissan Monadjem, Sr. Silvio Gil entre outros.

Os temas também são quentíssimos teremos:

•Relacionamento entre pais & filhos
•Edificar as almas – Leis na Ordem Mundial de Bahá'u lláh – Huqúqu’lláh
•Melhor compreensão da Fé Bahá’í em relação a outras Religiões
•Painel: O jovem e o trabalho
•Como se apaixonar bem?
•Serviço à Causa: Como planejar a vida a dois e o serviço à Causa?
•Histórias de heróis e heroínas da Fé Bahá’í e histórias de ‘Abdu’l-Bahá
...e muito mais!


A Escola tem vagas limitadas. Temos somente 110 vagas com estadia completa (com pernoite) e mais 40 lugares para participantes (sem pernoite).

Portanto, corra!
Faça já sua inscrição!

O que eu preciso fazer para participar?

1.Decidir o quanto antes que quero participar e preencher minha Ficha de Inscrição;
2.Escolher qual modalidade e a melhor forma de pagamento;

3.Preencher a ficha atentamente, fornecendo todas as informações solicitadas e enviar para o endereço indicado;
4.Qualquer outra informação entrar em contato com o Comitê Organizador no E-mail: escolabahaidosul@gmail.com

Aos amigos que quiserem contribuir para aumentar o número de participantes neste importante evento, abrimos a oportunidade para que os amigos sintam-se à vontade para deputizar total ou parcialmente, através de sua Assembleia Espiritual Local, viabilizando a participação de outros amigos nesta imperdível Escola Bahá’í.

Com Amorosas Saudações Bahá’ís;
Comitê Organizador de Escola de Temporada.


Acesse:

•Ficha de inscrição
http://www.bahai.org.br/novaaben/download/ficha_Inscricao_Word.doc



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Comitê de Semana Bahá'í de Goiânia 2009/2



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Fé Bahá'í pela Paz e Unidade na Terra.



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Reunião de Oração e Meditação à Meia-noite pela Paz na UNIPAZ -Goiás.





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Comitê de Semana Bahá'í de Goiânia 2009



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II Festival Mundial da Paz e Caminhada Mundial da Paz 2009



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